O nascimento da Web 3.0?
Uma questão que não sai da minha cabeça: Será a Web 3.0 outro “buzz word” do mercado ou será, de fato, uma reviravolta na indústria?
A boa e velha Web 1.0 reinou durante os anos 90. Durante esse período todas as mudanças visíveis no “client-side” eram resultantes de alterações e programações nos servidores que proviam determinado conteúdo ou serviço. Nesse período a internet tornou-se popular e comercial.
Já a Web 2.0 foi um pouco mais que uma evolução tecnológica. O glamour da nova web emergiu junto com a mídia social (onde os usuários criam a maior parte do conteúdo), apoiada em tecnologias como o XML e o AJAX.
Agora começamos a ouvir especulações sobre uma nova tendência, contudo especialistas garantem que a Web 3.0 não será uma revolução e sim uma evolução tecnológica, destinada a prover ao usuário uma experiência ainda melhor, tanto on-line quanto off-line. A Web 3.0 pretende derrubar o muro que divide o browser do desktop, provendo uma integração completa entre componentes e serviços através do sistema operacional.
A Web 3.0 está apenas começando, basta olhar em volta e perceber que as novas tecnologias estão surgindo vagarosamente, em todos os lugares da internet. O Google Gears pode ser considerada uma das primeiras ferramentas baseada na Web 3.0, permitindo o desenvolvimento de aplicações que funcionem off-line. Graças ao Google Gear, aplicações como o Remember The Milk, um aplicativo para gerenciamento de tarefas on-line, pode funcionar de forma off-line. Em breve, seremos capazes de fazer um “drag and drop” de arquivos, diretamente do desktop para o browser (veja esse Java Upload Applet).
Outro aspecto da Web 3.0 é o uso de gráficos animados, áudio e vídeos de alta definição, 3D, e muito mais, tudo isso dentro do seu browser.
A principio, as ferramentas da Web 3.0 estarão disponíveis a partir de plugins (Google Gears, Java, Flash, Silverlight). Contudo, vagarosamente, observaremos as empresas desenvolvedores de browsers integrarem todas essas funcionalidades ao próprio browser, seguido de algum tipo de padronização. O “HTML 5 Working Draft” parece estar caminhando nessa direção.
Por isso esse é um excelente momento para os desenvolvedores de front-ends. O maior risco é a fragmentação dessa tendência, isso poderia impedir a criação de um padrão, assim como ocorreu com algumas linguagens de programação. Mas, no curto prazo a tendência é que tudo isso seja desenvolvido a partir de “kits” em javascript. O Dojo Toolkit, por exemplo, já começou a desenvolver funcionalidades para a Web 3.0. Certamente outros frameworks maiores e mais completes surgirão por ai, possibilitando a criação de aplicações que irão surpreender os usuários.
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fico imaginando como vai ser a Web 4.0 srsrsrsrs
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[...] O nascimento da Web 3.0? – Não é um artigo recente, mas é uma óptima reflexão sobre o que poderá ser ou não a Web 3.0 [...]
Concordo, a web 3.0 será uma evolução de levar o que nos temos no computador e poder utilizar na internet. Será a era das aplicações online como o google docs, galerias, editores, etc… mas penso que a tecnologia ainda não permite grande mobilidade para criar aplicações com o conforto que as temos no desktop
[...] O Diego Cox por sua vez descobriu que existem indícios de que a Web 3.0 realmente pode um dia se tornar real, no post O nascimento da Web 3.0? [...]
Eu acredito que até possa existir a tal web 3.0 mas não para agora, uma causa simples disso é que muitos sites e desenvolvedores nem para a “era 2.0 migraram”, o site continua sendo baseado em tabelas e imagens.
Acho que web 3.0 agora, seria um passo maior que a perna.
Abraço.
Concordo, apesar do pouco conhecimento do tema e da minha formação mais voltada para infra-estrutura do que para desenvolvimento, já vejo passos da web 3.0 em andamento, por exemplo, no windows vista quando você loga no sistema já aparece uma barra com conteudos da Internet, como cotações da bolsa, temperatura, últimas notícias. A tendencia é que a Web entre cada vez mais com recursos sobre o S.O. Será uma evolução interessante quero estar por dentro dela. E a segurança da informação? Lembrando que maior a segurança menor o nível de funcionalidade, acredito que essa regra será quebrada.
Parabéns pelo artigo.